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INFORMAÇÕES:

VEADO-CAMPEIRO
Ozotocerus bezoarticus


Foto: arquivo CEPEN / 381p / M. D. N. Xavier CEPEN-Centro de Pesquisas Eco-naturais - www.cepen.com.br

Filhote do veado-campeiro, completamente exposto ao perigo devido à destruição de seu hábitat, causado pela queima de pastagem, numa fazenda do Mato Grosso


AMEAÇAS:
A destruição do hábitat natural, principalmente para a formação de extensas pastagens, e a pressão de caça são as principais causas de ameaça à espécie, ao lado de viroses, como a febre aftosa, transmitidas pelo gado.
Hoje é animal ameaçado de extinção em toda sua área de distribuição. 

DESCRIÇÃO:
Provavelmente o veado-campeiro é a única espécie de cervídeo de galhada ramificada registrada para o Estado de Santa Catarina. O filhote nasce com o corpo de coloração pardacenta salpicada de manchas brancas. Esta característica ajuda a camuflar o filhote por entre a vegetação.
Somente o macho desenvolve os chifres, os quais apresentam normalmente três pontas e chegam a atingir, no adulto, até 30 centímetros. Os chifres nascem anualmente e caem por volta de abril ou maio. A fêmea tem no lugar destes, uma pequena mancha branca.
Possui glândulas-de-cheiro localizadas na base das narinas, embaixo dos olhos e sobre os cascos traseiros. 

ALIMENTAÇÃO:
Animal herbívoro (isto é, come só plantas), alimenta-se de diversas espécies de capins, ervas, gramíneas tenras, frutos por exemplo do palmito, flores e brotos, que encontram na floresta. 

REPRODUÇÃO:
O período reprodutivo dá-se ao longo do ano. O auge dos nascimentos é nos meses da primavera. A gestação dura cerca de 7 meses, nascendo 1 filhote. Os filhotes ficam a maior parte do dia escondidos nas moitas de capim alto até que o período de amamentação termine. 

OBSERVAÇÕES:
Animal de hábito noturno, anda aos pares ou em pequenos grupos de 3 a 15 indivíduos de ambos os sexos, também pode ser visto grupos familiares. É manso e a velocidade é o seu principal recurso para escapar dos predadores. Quando ameaçado utiliza as glândulas odoríferas para proteger-se. Estas exalam um cheiro forte, que pode ser sentido a grandes distâncias. Durante a época de reprodução e para ajudar a manter o grupo reunido, também faz uso destas glândulas.
No inverno (junho a setembro), faz a troca de galhada. Durante o período reprodutivo, os machos já estão com seus chifres endurecidos e exalam um cheiro forte, muito semelhante ao de alho, através das glândulas localizadas próximas a região dos olhos, é nesta época que é freqüente a disputa entre machos adultos por fêmeas que estejam no cio.

 
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